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NO CAMPO, A LUTA PELA TERRA TAMBÉM É LUTA PELA VIDA
Data de Publicação: 12 de agosto de 2026
O 12 de agosto, Dia de Luta contra a Violência no Campo, preserva a memória de Margarida Maria Alves e de tantas trabalhadoras, trabalhadores e lideranças que enfrentaram — e ainda enfrentam — ameaças e violações por defenderem a terra, o território, o trabalho digno e os direitos das comunidades.
Os conflitos no campo não produzem apenas perdas materiais. Expulsões, ameaças, exploração do trabalho, racismo e destruição dos modos coletivos de existência atravessam vínculos, memórias, identidades e a saúde das populações atingidas. Enfrentar essa violência demanda responsabilização, políticas públicas e proteção efetiva a povos indígenas, comunidades quilombolas, camponesas(es), assentadas(os) e demais povos e comunidades tradicionais.
As “Referências Técnicas para Atuação das(os) Psicólogas(os) em Questões Relativas à Terra”, elaboradas pelo CREPOP, oferecem subsídios para compreender os conflitos territoriais e seus efeitos psicossociais. O documento orienta uma atuação que não desconsidere a dimensão histórica e política da luta pela terra nem reduza sofrimentos coletivos a questões individuais.
O CRP-RJ se soma à defesa da reforma agrária, dos territórios tradicionais e do direito de viver e produzir no campo sem violência, perseguição ou exploração.
Acesse as referências técnicas: www.crprj.org.br/publicacao
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