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Informamos que, na edição de março de 2009 do jornal do CRP-RJ, houve um erro na publicação de informações no box Breve histórico do CRP-RJ, na página 7.
É preciso esclarecer que não foi a intervenção do Conselho Federal de Psicologia, em 2003, que resultou na destituição do X Plenário, mas sim uma Assembleia Geral – ocorrida no dia 10 de março do mesmo ano e composta por psicólogos do estado do Rio – que votou a favor dela. Foi, portanto, somente após a decisão da Assembleia que o CFP interveio, nomeando a Comissão Gestora, que tomou posse em 17 de março.
Breve histórico do CRP-RJ
Com a institucionalização do CFP e dos CRPs, a partir da Lei 5766/71, seu grande desafio era equipar-se de toda uma estrutura física e burocrática de funcionamento. Em 1974, passaram a operar os sete primeiros CRPs, sendo o CRP-05 correspondente ao estado do Rio de Janeiro e ao então estado da Guanabara.
Segundo colégio de psicólogos do país, o CRP-RJ enfrentou graves problemas ligados a irregularidades éticas, administrativas e financeiras das gestões do final de 1990 e início de 2000. Por decisão de uma Assembleia Geral, realizada em 10 de março de 2003 e da qual participaram psicólogos do estado do Rio, o X Plenário foi destituído e, em 17 de março do mesmo ano, foi nomeada pelo CFP uma Comissão Gestora com a tarefa de reorganizar o CRP-RJ até as eleições de 2004.
Segundo o atual presidente do CRP-RJ e membro da Comissão Gestora, José Novaes (CRP 05/980), “com a destituição do X Plenário, o CRP-RJ ficou acéfalo, sem conselheiros, e a Comissão Gestora teve de reorganizá-lo. Esse trabalho levou muito tempo, naturalmente. Quando assumimos, a situação estava caótica mesmo. E posso dizer que o XI Plenário, do qual também participei, foi um período de reorganização. Superados esses desafios iniciais, agora podemos partir de um novo patamar”.