Página Principal > Notícias > Notícias 2009 > Seminário do CFP no Rio debate a escuta de crianças e adolescentes na Justiça
O Conselho Federal de Psicologia (CFP) promoveu, com apoio do Conselho regional de Psicologia do Rio de Janeiro (CRP-RJ), o Seminário Nacional Escuta de Crianças e Adolescentes Envolvidos em Situação de Violência e a Rede de Proteção.
Nos dias 7 e 8 de agosto, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) promoveu, com apoio do Conselho regional de Psicologia do Rio de Janeiro (CRP-RJ), o Seminário Nacional Escuta de Crianças e Adolescentes Envolvidos em Situação de Violência e a Rede de Proteção. O encontro, realizado no Instituto Metodista Bennett, no Rio de Janeiro, contou com três mesas, com 16 convidados, além de grupos formados pelos próprios participantes discutindo o tema.
Na abertura do evento, houve apresentação da temática em uma mesa formada pelo presidente do CFP, Humberto Verona; a conselheira do Conselho federal de Serviço Social (CFESS) Rodriane de Oliveira Souza; a secretária adjunta do Fórum nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (FNDCA) e representante da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Rachel Niskier Sanchez; a secretária especial de Direitos Humanos da Presidência da República, Leila Paiva; e o advogado, coordenador do Projeto Legal, presidente do Conselho estadual dos Direitos da Criança e membro da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Carlos Nicodemos.
Em seguida, ocorreu a mesa “Escuta de Crianças e Adolescentes e a Rede de Proteção a partir do Estatuto da Criança e do Adolescente e dos Direitos Humanos”, mediada por Neide Castanha, do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
A mesa contou com participação de Wanderlino Nogueira Neto, procurador de Justiça aposentado do Ministério Público da Bahia e membro da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente; Lélio Ferraz Siqueira Neto, promotor de Justiça da Infância e da Juventude de São Paulo, coordenador do Centro de Apoio da Infância e Juventude do Ministério Público de São Paulo, membro da Comissão de Estudos Institucionais e Acompanhamento Legislativo; Marta Maria Alves da Silva, coordenadora do Programa de Prevenção à Violência (Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde); e Eduardo Rezende Melo, juiz de Direito no estado de São Paulo, componente da Coordenadoria da Infância e Juventude, presidente da Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e Juventude.
Na parte da tarde, a terceira e última mesa tratou do tema “A Inquirição da Criança e do Adolescente no Âmbito Judiciário” e teve da psicanalista Cristiane Barreto, da Seção Brasileira da Escola de Psicanálise, supervisora clínica da Rede de Saúde Mental da Prefeitura de Belo Horizonte e supervisora clínica do CAPS-Infantil pelo Ministério da Saúde.
No dia 8, o dia foi reservado para os debates, em grupos formados pelos participantes, que compuseram a roda de conversa “A construção d uma proposta de escuta de crianças e adolescentes”. Cada grupo apresentou suas propostas em uma plenária posterior, mediada pela psicóloga Esther Maria de Magalhães Arantes.
Foto: Felipe Simões
11 de agosto de 2009
atualizado em 12 de agosto de 2009