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Os Grupos de Trabalho não são comissões nem subcomissões. Eles podem ser sugeridos por conselheiros ou pela própria categoria, e têm uma finalidade pontual e uma temporalidade de seis meses, prorrogáveis por mais seis. Os GTs se propõem a fazer um estudo para mapear práticas dos(as) psicólogos(as) em determinada área. Esse estudo deve contemplar responsabilidade social, Direitos Humanos e a relação das práticas propostas e seus efeitos para a coletividade.
Propôs uma reflexão sobre a relação entre Psicologia e Relações Raciais, pensando questões como racismo, ações afirmativas e direitos da população negra inseridas na prática dos psicólogos.
Foi criado pelo XII Plenário com o objetivo de realizar um mapeamento das práticas psi na chamada Rede de Proteção à Infância. O mapeamento visou à aproximação com os psicólogos da Rede e o contato com as dificuldades nos seus espaços de atuação. Esse movimento propiciou a reflexão sobre a urgência de uma articulação política entre esses profissionais, bem como a visibilidade do debate sobre as violações dos direitos de crianças e adolescentes.
Teve como finalidade abrir um diálogo com os operadores do Direito sobre a prática dos psicólogos no Sistema Prisional, que, ao longo dos anos, tem sido marcada por um viés pericial através da realização do exame criminológico. Os debates foram feitos sob a ótica da saúde integral, a partir de uma leitura crítica do fazer clínico-institucional dos psicólogos, ancorada na defesa dos direitos humanos e respeitando tanto a população atendida como os próprios profissionais.
Teve como objetivo mapear as práticas e demandas dos psicólogos que atuam na área do esporte (alto rendimento, lazer, reabilitação, esporte escolar, projetos sociais e iniciação esportiva), discutindo políticas para sua atuação.
A partir do Código de Ética e da Resolução 001/99 do CFP, teve como objetivo refletir acerca das práticas da Psicologia com relação à orientação sexual e promover o direito à diversidade sexual.
Teve como objetivos incentivar o debate sobre democratização da Comunicação e inserir a Psicologia nessa discussão. Ciente de que o tema está intimamente ligado à produção subjetividades, o CRP-RJ é um dos pioneiros na articulação do debate com os movimentos sociais e um dos primeiros conselhos profissionais do país a se fazer presente na discussão.